As condenações impostas a João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, foram significativamente reduzidas após mais de sete anos de tramitação na Justiça. O total das penas por crimes sexuais, que em primeira instância se aproximava de 480 anos, caiu para 211 anos e um mês de reclusão, após o julgamento de recursos apresentados pela defesa.
Atualmente, o líder religioso cumpre prisão domiciliar em Anápolis, benefício concedido em 2021, com restrições como a proibição de ir a Abadiânia ou manter contato com vítimas. A defesa afirma que ele segue sob custódia preventiva desde dezembro de 2018.
O caso teve repercussão internacional a partir de 2018, quando denúncias iniciais de abusos sexuais vieram à tona envolvendo atendimentos realizados na Casa Dom Inácio de Loyola. Ao todo, 67 vítimas constam oficialmente nos processos, e ainda há ações pendentes de decisão no Superior Tribunal de Justiça.






