Wilder Morais defende Flávio Bolsonaro e atribui divulgação de áudios a “cortina de fumaça”

Senador e presidente do PL em Goiás afirma que o foco das investigações deve estar na instituição financeira mencionada no caso envolvendo o filme sobre Jair Bolsonaro

O senador Wilder Morais saiu em defesa do colega de partido Flávio Bolsonaro após a divulgação de áudios e mensagens relacionados ao financiamento do filme Dark Horse. Para Wilder, a repercussão do episódio faz parte de uma “cortina de fumaça” e tem como objetivo desviar a atenção de outras questões.

Presidente do Partido Liberal em Goiás e pré-candidato ao governo estadual, Wilder minimizou as acusações direcionadas a Flávio Bolsonaro e afirmou que as investigações deveriam se concentrar na instituição financeira citada no caso.

A polêmica envolve mensagens em que Flávio Bolsonaro solicita apoio financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para custear a produção do longa-metragem sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. A divulgação do conteúdo gerou forte repercussão em Brasília e levou parlamentares da oposição a acionarem o Conselho de Ética do Senado e a Procuradoria-Geral da República.

Ao comentar o assunto, Wilder Morais defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a atuação da instituição financeira envolvida e esclarecer todos os aspectos do episódio.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, afirmou que apenas buscou patrocínio privado para viabilizar a produção cinematográfica e negou qualquer uso de recursos públicos ou prática de irregularidades.

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