Terminal Praça da Bíblia passará a incluir o nome do Vila Nova, enquanto o Terminal Isidória terá referência ao Goiás Esporte Clube; proposta busca valorizar clubes e ampliar potencial comercial dos espaços
A Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em última votação, nesta quarta-feira (9), projetos que alteram oficialmente os nomes de dois terminais de transporte público da capital. As mudanças incluem referências ao Vila Nova e ao Goiás Esporte Clube nas denominações dos locais.
Localizado no Setor Leste Universitário, o Terminal Praça da Bíblia passará a ser chamado de Terminal Praça da Bíblia – Vila Nova Futebol Clube. Já o Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico, receberá o nome de Terminal Isidória – Goiás Esporte Clube.
As propostas são de autoria do presidente da Câmara, vereador Romário Policarpo (Cidadania). Segundo ele, a iniciativa tem como objetivo reconhecer a importância dos clubes de futebol de Goiânia e incentivar as instituições esportivas da capital.
“O futebol é o esporte mais democrático do mundo”, afirmou o vereador durante a discussão das matérias.
Mudança também pode ampliar valor comercial
Além da homenagem aos clubes, Policarpo argumentou que a inclusão das marcas nas denominações dos terminais pode contribuir para aumentar o valor comercial dos espaços em possíveis concessões futuras.
De acordo com o parlamentar, os terminais podem ser concedidos para empresas que assumam a administração e exploração comercial dos locais, seguindo modelos já adotados em outras cidades brasileiras.
Na avaliação dele, associar os nomes dos clubes aos terminais pode agregar valor às áreas em uma eventual negociação ou concessão.
Atlético-GO e Goiânia também podem ser incluídos
A mudança não se limita aos dois terminais aprovados nesta quarta-feira.
O Terminal Praça A já teve seu nome alterado para incluir uma referência ao Atlético Goianiense. A medida foi sancionada pelo município no dia 1º de setembro.
Também existe uma proposta para acrescentar o nome do Goiânia Esporte Clube ao Terminal Jardim Novo Mundo. O projeto foi apresentado em agosto, mas ainda precisa passar pela primeira votação na Câmara.






